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O Amazonas. A cidade de Manaus

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Manaus

O maior atrativo é a Floresta Amazônica. Da cidade, partem excursões pelos Rios Negro e Solimões e traslados para os hotéis na selva. Devido ao grande movimento de turistas estrangeiros, a maioria dos hotéis trabalha com preços em dólar. As melhores opções de hospedagem, na floresta, concentram-se às margens do Rio Negro e de seus afluentes. A vantagem é a pequena incidência de mosquitos, uma vez que a acidez dessas águas não favorece a proliferação dos insetos. A maioria dos hotéis oferece atividades como caminhadas pela mata, observação de pássaros, visita a casas de caboclos, pescaria de piranha, focagem noturna de jacarés e passeios de canoa ao amanhecer ou entardecer. Alguns hotéis fornecem opções extras, conforme a região em que estão instalados, como pernoite em redes na selva, visita a aldeias indígenas e noções de sobrevivência na floresta. Alguns hotéis utilizam energia de gerador, que pode não estar disponível 24h. Alguns dispõem de chuveiros elétricos. Wi-Fi somente em alguns.

O período das cheias vai de dezembro a maio. O da seca, de junho a novembro. Cada estação tem seus atrativos. Durante a estiagem, a temperatura pode chegar aos 40ºC e formam-se as praias fluviais. Na época de chuvas, o visitante percorre trilhas dentro da floresta, a bordo de canoas a remo avistando a floresta submersa.

 

 

Botas ou tênis confortáveis, roupas leves (bermudas e camisetas), boné ou chapéu, protetor solar, repelente de mosquitos, binóculos para observar a fauna e a flora, cantil, capa de chuva, mochila pequena e lanterna com pilhas extras são itens sugeridos para quem visita a Amazônia. As melhores lembranças de Manaus são as peças de artesanato indígena, encontradas no Mercado Municipal. A cidade de Manaus também possui construções históricas importantes.

As belezas naturais da região e a enorme variedade de peixes (cerca de 2.500 espécies) atraem para o Amazonas um número cada vez maior de visitantes, cujo principal objetivo é a pesca esportiva. É importante lembrar que a pesca predatória é proibida (utilização de instrumentos tais como: explosivos, ervas venenosas ou substâncias químicas, tóxicas de qualquer natureza), assim como também é proibida no período da piracema (época da desova) que, geralmente, vai de dezembro a fevereiro.

O tiro ao voo e a caça são práticas proibidas no Amazonas, bem como a perseguição, utilização, captura, destruição, transporte e o comércio de espécies, produtos e subprodutos de animais silvestres. O comércio de animais da fauna silvestre é autorizado apenas quando os animais forem provenientes de criadores comerciais, devidamente registrados no Ibama – Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos recursos naturais renováveis.

 

 

Informações turísticas:

• Amazonastur – Tel. (92) 2101-8172
• Aeroporto Internacional Eduardo Gomes – Tel. (92) 3652-1120
• Clima/temperatura: mínima de 21ºC (70ºF), máxima 44ºC (115ºF)
• Mosquitos: na região próxima a Manaus, há pouquíssimos mosquitos devido à dificuldade de reprodução pela acidez das águas do Rio Negro, que banha a Capital. Nos passeios de barcos e alojamentos de selva, as áreas comuns e dormitórios são teladas, mas é recomendável o uso de repelentes em algumas épocas do ano.
• Fotografias: a região de Floresta Equatorial quente e úmida exige mais cuidado com o material fotográfico. Nos safáris fotográficos, recomenda-se levar sacos plásticos para o caso de uma chuva repentina. Sílica gel evita fungo nas lentes. Para as longas viagens, uma pequena porção de arroz em um saco de pano serve como improvisação contra a umidade.

 

Parintins

É na ilha de Tupinambarana, à margem direita do Rio Amazonas, que fica a cidade de Parintins. Boa parte da ilha é coberta por florestas e há até uma região montanhosa, conhecida como serra de Parintins, quase na divisa com o Pará. A denominação da cidade de Parintins vem dos índios Parintins ou Parintintins, antigos habitantes da serra com esse nome.

Na cidade, há várias opções de passeios, mas não deixe de ir ao Mercado Municipal, ao muro de arrimo e seus mirantes com belíssima vista para o Rio e aos currais dos bois, o equivalente aos “barracões das escolas de samba” no Rio de Janeiro.

Chegar a Parintins, que tem apenas 7.000 km² e pouco mais de 100 mil habitantes, só é possível de avião depois de uma hora e meia de viagem, saindo de Manaus; ou de barco, após uma viagem, a depender da embarcação, pode durar entre 8 e 24h. Nada que desestimule os cem mil turistas, parte deles de estrangeiros, que para lá se dirigem todos os anos para vibrar com o espetáculo do Garantido e do Caprichoso.

 

 

É essa ilha de nome comprido que abriga o maior evento folclórico do Amazonas: o festival folclórico de Parintins. Conhecido internacionalmente por sua dimensão e originalidade, o festival é considerado a maior manifestação folclórica da Amazônia e o principal patrimônio cultural do estado. Na época do festival, a cidade chega a receber até 150 mil visitantes, sempre no último fim de semana de junho, quando a disputa entre Garantido e Caprichoso acontece. As apresentações são realizadas no Bumbódromo de Parintins ,ou centro de convenções Amazonino Mendes, que tem capacidade para cerca de 35 mil espectadores.

A cidade de Parintins é o lugar onde a criatividade do caboclo faz surgir, no meio da Floresta Amazônica, uma grandiosa festa de encanto e magia que narra, com luxo e beleza, os mitos, os ritos e as lendas da cultura indígena.

Pesca esportiva

Poucos estados do Brasil oferecem tantas opções para os adeptos da pesca esportiva como o Amazonas. Pesca esportiva é a forma de pescar na qual se busca o prazer da captura momentânea do peixe, para logo após devolvê-lo às suas águas. Essa atividade é muito apreciada por estrangeiros e brasileiros que procuram a região para sua prática.

Temos grandes rios como o Negro, Madeira, Roosevelt, Tapajós, Trombetas, Xingu e também lagos, corredeiras, igarapés, furos, igapós, todos piscosos e com uma rica biodiversidade. Nossos rios detém cerca de quase três mil espécies, mas a “estrela” da pesca é, sem dúvida, o tucunaré, que não se entrega antes de uma boa briga, por isso é considerado verdadeiro troféu para os amantes da pesca.

No pacote de pesca esportiva, o ponto de partida é a capital, Manaus. É daí que se inicia a jornada pelos rios e lagos, adentrando a floresta em barcos hotéis ou alojamentos de selva até chegar aos locais conhecidos como “pesqueiros”, onde a pesca é permitida no regime de “pesque e solte”. A melhor época para a pescaria é entre setembro a março, quando chove menos e as chances de captura são bem maiores.

Por isso, não perca tempo, junte sua tralha de pesca e sua turma, venha praticar esse hobby na maior floresta tropical do planeta e vivenciar uma experiência mágica. Você desejará vir todos os anos!

Hotéis de selva

Se você está disposto a ficar 24h em contato com a natureza, ouvir sons noturnos que não são buzinas de automóveis, sirenes ou tv, então a experiência de um hotel de selva precisa ser incluída no seu roteiro de viagem pela Amazônia. Até um “bate e volta” (que muitos oferecem), aquele passeio de dia inteiro vale a pena, mas o bacana mesmo é ficar pelo menos duas noites num lodge no meio da floresta e vivenciar essa imersão na natureza exuberante de Manaus.

O próprio hotel de selva já é um atrativo. Nos lodges, a diversidade da floresta está ao alcance da mão e os sons noturnos incluem sinfonia de pássaros, sapos e insetos. Uma experiência mágica. Hotéis de selva também proporcionam um contato diuturno com os rios. Eles comandam a vida na região e um dia de turista na floresta começa com um amanhecer ao som dos pássaros, segue com caminhada guiada pela mata. Depois passeio de barco e pescaria, visita à casa de caboclos e, à noite, focagem de jacarés e, novamente, os sons e cheiros da floresta numa aventura noturna.

Desde o mais rústico até os que oferecem conforto e alguma “urbanidade” em pacotes com mínimo de 2 dias e 1 noite e até os de 1 semana inteira com pernoite no meio do mato. Em todos os pacotes, são oferecidas todas as refeições, a companhia de guias alguns de origem indígena e com conhecimento de idiomas, sempre generosos na momento de compartilhar os segredos da mata. Escolha o seu e venha viver essa aventura.

Cruzeiros fluviais

Uma das maneiras mais atraentes de conhecer o Amazonas é viajar através de seus 3 mil km de rios navegáveis nos mais diferentes e curiosos tipos de embarcações disponíveis na região. Aqui, dizemos que os rios são as rodovias do estado e tudo, tudo se transporta de barco.

 

 

Navegar calmamente pela mansidão de suas águas, admirando a amplitude dos grandes rios ou entrando pelos estreitos furos e igarapés significa desfrutar do privilégio de prestar atenção aos detalhes da flora, ao modo de vida singular das casas dos ribeirinhos, dos pássaros, botos, dos peixes, enfim, participar de um espetáculo de rara beleza.

Há embarcações de diferentes tipos, tamanhos e finalidades, que navegam num universo de 3 mil km de rios navegáveis. O principal ponto de partida para os cruzeiros é a cidade de Manaus. De lá, saem quase todos os principais roteiros oferecidos pelos operadores de barcos de turismo para que os visitantes possam vivenciar essa experiência surpreendente pelos rios do Amazonas.

 

 

Seja num grande navio com todo o conforto e luxo, ou num barco regional em um roteiro mais rústico, oferecemos pacotes em que se podem praticar atividades ecoturísticas, conhecer espécies da fauna e flora, observar os pássaros e realizar a focagem noturna de jacarés.

Festival folclórico de Parintins

Atualmente a data é móvel, o festival sempre acontece no último fim de semana de junho. Alegorias montadas com ferro, madeira, papelão, plástico, isopor, sementes e penas transformam o boi, esse pacato coadjuvante dos humanos, na maior figura folclórica da Amazônia.

Parintins pinta-se de azul e vermelho, respectivamente as cores dos bois-bumbás Caprichoso e Garantido, agremiações que contam com mais de 3 mil membros cada. É uma disputa que racha ao meio a cidade com quase 100 mil habitantes. Uma rivalidade que atrai mais de 150 mil espectadores e faz alguns casais mais fanáticos dormirem em camas separadas durante o festival.

 

 

O Caprichoso, o azul, considerado o boi da “elite”, vem com uma estrela na testa, enquanto que o Garantido, o vermelho, o boi do “povão”, traz o coração entre os olhos. Todo ano, cada bumbá cria um enredo para contar a história de Mãe Catirina, que está grávida e deseja comer língua de boi. O Pai Francisco, temendo pela saúde do filho, satisfaz o desejo da esposa e mata o boi de seu patrão. O dono descobre e manda prender Pai Francisco, que pede ajuda ao pajé para ressuscitar o boi.

 

 

Em uma festa herdada dos grandes nordestinos, que chegaram durante o ciclo da borracha, os amazonenses acabaram por fundir tradições para resgatar e valorizar a cultura indígena. O festival acrescenta com detalhes as lendas e a mitologia indígena da região do baixo Amazonas. Para isso, foram acrescidos personagens como a Cunhã-Poranga (moça bonita) e os Taxuanas (chefes tribais). A dança e a indumentária são inspiradas nos rituais das tribos das Amazônia. O desfile poderia ser comparado ao de qualquer escola de samba de primeiro grupo, caso não caracterizasse uma ofensa aos apaixonados, praticamente toda a população amazonense. As toadas enredo são sucessos de exportação musical do estado, tocadas ininterruptamente nas rádios, residências, restaurantes, bares, gaiolas – barcos de passeio – e onde mais se puder imaginar. Tanto fervor fez até a poderosa Coca-Cola, patrocinadora do evento em 95, recuar e pedir autorização à matriz, em Atlanta, para mudar a cor de sua logomarca. Motivo: no Caprichoso não entra vermelho. Até hoje, quem é adepto de um boi, sequer fala o nome do outro, referindo-se a ele simplesmente como “o contrário”. Só se veste de azul quem é Caprichoso, e de vermelho, quem é Garantido.

 

 

Como acontece: em um bumbódromo – uma espécie de arena com capacidade para 40 mil pessoas, onde ao som das toadas, acontece o embate. É importante ficar atento, pois as personagens que representam a lenda do boi-bumbá podem surgir de qualquer lugar: do meio das arquibancadas, pendurados em cabos de aço ou pela porta de entrada. A torcida, dividida, envolve-se na coreografia com dezenas de passos de seu boi do coração, tornando o espetáculo ainda mais grandioso e contando pontos na apuração. O ápice é a representação da morte do boi.

Distância Manaus – Parintins: 16h de barco na ida, de 29 a 30h na volta; 1h de avião.
Quando: sempre no último fim de semana do mês de junho.

 

Passeios

City tour (serviço regular e privativo)

No auge do ciclo da borracha, Manaus era a conhecida como a “Paris brasileira” e foi o látex que trouxe prosperidade, luxo e riqueza à região. Esse é um passeio indispensável para entender a grandiosidade do acervo arquitetônico encravado no meio da Floresta Amazônica e na cidade de Manaus.

Saída em direção ao centro para visita interna ao Teatro Amazonas, inaugurado em 1896 e um dos principais pontos turísticos de Manaus, símbolo da época da borracha em que toda riqueza e grandiosidade está revelada em seus corredores, salões e obras de arte. De lá, pode-se apreciar o belíssimo prédio do Palácio da Justiça do Amazonas e o encantador Largo de São Sebastião. Nosso passeio prossegue rumo ao centro com visita panorâmica para contemplar a beleza dos prédios históricos, exemplos arquitetônicos do período áureo da borracha. De lá, seguimos para visitação interna ao Mercado Municipal Adolpho Lisboa, em estilo Art noveau. O Mercadão é um importante centro de comercialização de produtos regionais que mostra os hábitos, a cultura e as tradições do povo amazônico.

Duração: aproximadamente 3h
8h20 – apresentação na Fontur com ticket de embarque
8h30 – embarque em ônibus ou van
Frequência: todos os dias exceto segundas e feriados

Encontro das águas (serviço regular e privativo)

Exótico e de beleza singular, assim é o encontro das águas. Um Rio de água branca e outro de água negra, que divididas em duas cores, percorrem cerca de 10km sem se misturar.

Para contemplar essa curiosa maravilha, é preciso um dia inteiro. Sairemos do píer da Fontur, onde desceremos até o Rio Negro, pela margem esquerda, avistando o porto flutuante de Manaus, embarcações regionais e o Mercado Municipal seguindo em direção ao Parque Ecológico Janauary para um delicioso almoço regional no restaurante flutuante. Visita à famosa planta aquática vitória-régia no lago Janauary, além de visitar a feirinha de artesanato local.

 

 

Seguiremos em direção ao encontro das águas (Rio Negro e Solimões) com parada para observação do fenômeno natural. Os dois Rios não se misturam por causa de suas densidades, velocidade e temperatura. Não raramente é possível ver bandos de botos fazendo suas “acrobacias” no local. Navegaremos pelo Rio Negro para o píer da Fontur.

Duração: aproximadamente 8h
10h45 – apresentação na Fontur com ticket de embarque
11h20 – saída do barco do píer do Tropical Hotel
Frequência: saídas às terças, quintas, sábados e domingos

Tour de sobrevivência na selva (regular e privativo)

Um passeio para conhecer a identidade da floresta, assim é o tour de sobrevivência. Além de conhecer o Rio, os furos e os igarapés, também a fauna, a flora e os produtos que a floresta oferece para a subsistência, o visitante tem a oportunidade de conhecer os hábitos e os costumes de uma autêntica vila indígena.

 

 

A saída é do píer da Fontur com destino à Vila do Tupé. Durante o passeio, é possível observar os elementos que compõem a paisagem natural amazônica, as alterações em razão das ocupações humanas e seus impactos ambientais. Na chegada à vila, recepção e breve explanação sobre o tour. Seguiremos para uma caminhada na selva de aproximadamente 2h. Durante a caminhada, o guia dará instruções sobre a construção de pequenas armadilhas e sobre como reconhecer plantas medicinais e frutíferas. No retorno, visitaremos a vila indígena para conhecer suas tradições e modo de vida. De volta ao barco, navegaremos até o píer da Fontur.

Duração: aproximadamente 5h
8h30 – apresentação na Fontur com ticket de embarque
9h – saída do barco do píer do Tropical Hotel
Frequência: às segundas, quartas e sextas

Cachoeiras de Presidente Figueiredo (serviço regular e privativo)

A culpa é das rochas areníticas que ficam sob a cidade, são as responsáveis pelas belíssimas formações de cachoeiras, corredeiras, cavernas e grutas. A cidade é entrecortada por igarapés e apresenta vegetação nativa, ideal para a prática de ecoturismo. Oferece como atrativos: trilhas, cachoeiras, cavernas, paredões e corredeiras. E essas últimas são o cenário dos visitantes mais radicais na prática de alguns esportes de aventura.

 

 

A saída é de Manaus, onde percorreremos uma distância de 107km até a chegada ao local para visitas as corredeiras e as cachoeiras. O visitante poderá observar de perto um dos maiores arranjos de queda d’água, onde florestas e cachoeiras conjugam a harmonia da natureza exuberante pelo encontro da fauna e flora. Um almoço será servido em restaurante local.

Duração: aproximadamente 9h
8h25 – apresentação na Fontur com ticket de embarque
8h30 – embarque em ônibus ou van
Frequência: às  terças, quintas e sábados

Best, o melhor do Rio Negro (serviço regular e privativo)

Navegando pelas águas do Rio Negro até a plataforma do boto cor-de-rosa, em que teremos momentos de observação desses simpáticos animais, símbolo da Amazônia. Seguiremos navegando até uma comunidade para apreciar um ritual com danças e gestuais indígenas, em que os visitantes são convidados a interagir com os nativos. Seguimos o passeio navegando até o Parque Ecológico do Janauary para um delicioso almoço regional em restaurante flutuante. Após almoço, o passeio continua e iremos admirar o curioso encontro das águas com breve parada para vista desse fenômeno natural. No retorno, é possível avistar a cidade de Manaus, alguns prédios históricos e as palafitas beira Rio. Retorno ao píer da Fontur.

Duração média: 5 a 7h (full day)
8h45 – apresentação na Fontur com ticket de embarque
9h – saída da embarcação do píer da Fontur
Saídas às terças, quintas, sábados e domingos

Museu do seringal (serviço privativo)

O passeio é privativo e pode ser realizado em horário a combinar. Esse Museu é resultado do polo de Cinema do Amazonas, atraindo visitantes que desejam conhecer o modo de ser e viver do homem do seringal, conduzindo os visitantes aos tempos áureos do ciclo da borracha. A Vila Paraíso foi a cidade cenográfica do longametragem “A Selva”. O passeio é fluvial com saída do píer da Fontur. Tudo foi desenvolvido com ambientações de época – Ciclo da Borracha – com móveis e utensílios que testemunham a riqueza dos seringais, quando a borracha estava no auge de sua valorização econômica.

O roteiro começa no trapiche, local onde ocorria o embarque e desembarque da borracha, seguindo para o casarão do seringalista, que reflete bem a riqueza dos seringais. O passeio prossegue para o barracão de aviamento, para capela e para a casa de farinha, em que é mostrado o processo artesanal da fabricação da farinha de mandioca. Seguindo a trilha, no meio da mata, conheceremos a árvore da seringueira e o processo de coleta do látex. Visita ao Tapiri de defumação da borracha, onde eram confeccionadas as bolas de látex ou “pélas” e a modesta casa do seringueiro completa o roteiro que retrata a vida e os costumes dos antigos seringais da Amazônia. No retorno ao píer da Fontur, faremos uma breve parada na praia com possibilidade de natação. A previsão de chegada será às 13h (dependendo do tipo de embarcação).

Duração: aproximadamente 4h

Encontro das águas – 2 horas (serviço privativo)

O passeio é privativo e pode ser realizado em horário a combinar. Durante a navegação, com partida do píer da Fontur, o visitante poderá apreciar a vista da praia da Ponta Negra, com seus bares e restaurantes, as comunidades ribeirinhas, o prédio da antiga alfândega, além de outros prédios de importância histórica. Um capítulo à parte será observar a efervescência do Porto de Manaus, de onde partem barcos para toda a Bacia aAmazônica e seus afluentes. Vendo a agitação das centenas de barcos atracados junto com as centenas de pessoas embarcando e desembarcando entende-se o cotidiano da cidade.

Chegamos, então, ao curioso espetáculo do encontro das águas dos Rios Solimões e Negro há a cerca de 10km da cidade de Manaus. Enquanto o Solimões apresenta águas barrentas e ricas em nutrientes, o Rio Negro se caracteriza pelas águas escuras e ácidas. Ao se encontrarem, as águas dos dois Rios não se misturam, correndo lado a lado por uma distância de cerca de 6km. Isso ocorre devido às diferenças de: densidade, temperatura e velocidade. Com sorte, pode-se ver botos nadando no local. Após breve parada no local do fenômeno, retornaremos ao píer.

Encontro das águas – 4 horas (serviço privativo)

O passeio é privativo e pode ser realizado em horário a combinar. Durante a navegação, com partida do píer da Fontur, o visitante poderá apreciar a vista da praia da Ponta Negra, com seus bares e restaurantes, as comunidades ribeirinhas, avistando o centro da cidade, o porto flutuante, o prédio da alfândega e o Mercado Municipal com arquitetura Art noveau e armações de ferro e vitrais importados da França, dirigindo-se então ao encontro das águas, local onde o Rio Negro e o Solimões, cujas águas correm paralelas sem se misturarem, juntos formam o Rio Amazonas. Permanência no local por alguns minutos para observação do fenômeno natural e eventual vista de botos, os golfinhos da Amazônia. Seguimos para o Parque Ecológico Janauary. Um passeio de canoa a depender do nível do Rio. No período de seca, entre setembro e fevereiro, não é possível realizar e poderá ser substituído por uma caminhada na selva. Também visitaremos o lago da famosa planta aquática vitória-régia no lago. Após visita às lojas de artesanato local, retornaremos ao barco e navegaremos pelo Rio Negro de volta ao píer da Fontur.

Pescaria especial (serviço privativo)

Agende sua viagem em qualquer período do ano, pois, nos rios do Amazonas, há uma inestimável variedade de peixes que proporciona ao pescador, seja amador ou profissional, muitas emoções e fisgadas durante o ano inteiro. O melhor período para pescaria começa em setembro indo até março.

Esse é um passeio privativo e que pode ser agendado tanto no horário da manhã, quanto da tarde. O tour é bem apropriado aos visitantes que vão a Manaus, mas não têm tempo de dedicar dias e dias ao fascinante hobby da pesca e também para os que não têm habilidade nenhuma com essa atividade, mas quer presenciar a temida piranha. Esse peixinho tem essa má fama, especialmente, a vermelha, mas muitas espécies são inofensivas e alimentam-se das nadadeiras de outros peixes, frutas sementes, folhas e insetos.

 

 

Para o tour, sairemos do píer, numa lancha rápida, e navegaremos pelos Rios Negro e Solimões com um guia especializado que, utilizando equipamentos simples de pesca amadora, escolherá os melhores locais para captura da famosa piranha, jaraqui e outros peixes típicos da região.

Focagem de jacarés (serviço privativo)

O turismo ecológico é contemplativo e convida à observação. A natureza no Amazonas se mostra exuberante: são grandes rios, florestas, cavernas, cachoeiras e montanhas que concentram uma indescritível variedade de fauna e flora.

O entardecer na Amazônia é encantador e é com esse belo espetáculo que sairemos do píer acompanhados de um guia especializado. Iremos navegar através dos “igarapés” e lagos da região. Para a focagem, o guia usará lanternas focando a beira do rio por entre a vegetação aquática. Ali, na escuridão, os olhinhos dos jacarés se iluminam. Silêncio. E rapidamente… O guia mergulha e traz o animal até o barco que, apesar de pequeno, é um bicho ágil e feroz. Após a observação, o animal é devolvido ao seu habitat natural.

Impressionante também é ouvir o barulho noturno da floresta e, se a sorte permitir e for lua cheia, o magnífico reflexo desse astro nas águas do Rio deixará esse belo cenário gravado em sua memória.

Cruzeiro especial arquipélago de Anavilhanas (serviço privativo)

O passeio é privativo e pode ser realizado em horário a combinar. Um dos maiores arquipélagos fluviais do mundo lembra um labirinto com suas mais de 400 ilhas, centenas de lagos, rios e igarapés, ricos em espécies vegetais e animais. Por essa razão, foi transformado em parque nacional e apenas pesquisadores autorizados são admitidos na área. Mesmo a distância, podemos avistar a entrada do arquipélago e apreciar sua belíssima paisagem mutante. É linda durante a cheia do rio e a época da seca, quando as águas baixam cerca de 10 metros, surge uma centena de praias de areia muito branquinha. Além disso, ainda temos ritual indígena e encontro com botos cor-de-rosa. Assim, para aproveitar tudo, dedique um dia inteiro para essa atividade.

Sairemos do píer da Fontur em direção à vila do tupé para nossa primeira atração: assistir a um ritual indígena nessa comunidade local. Prosseguimos navegação para visitar o início do arquipélago, onde passaremos pela primeira ilha e teremos uma belíssima panorâmica do arquipélago. O barco não entra na área de preservação da biodiversidade. Seguimos, então, para a comunidade São Tomé para vermos uma seringueira e como é a extração do látex. Aqui uma pausa para delicioso almoço regional caseiro, simples e de muito sabor. Após refeição, navegaremos para a região de Paricatuba e, no percurso, passaremos em frente às ruínas do Ariaú Lodge, este que já foi um marco no turismo da região. A interação com o boto cor-de-rosa, o golfinho da Amazônia finaliza esse inesquecível passeio.

Duração: aproximadamente 8h
8h45 – apresentação na Fontur com ticket de embarque
9h – saída do barco do píer do Tropical Hotel
Frequência: todos os dias. Exceto às segundas e quartas.

Pescaria em Balbina (serviço privativo)

Balbina é um imenso lago artificial com área de 2.360 km². O lago surgiu com a construção da barragem da Usina Hidroelétrica de Balbina concluída em 1989, localizado no município de presidente Figueiredo, no Rio Uatumã, um dos afluentes do Rio Amazonas.

Esse passeio é privativo e sai muito cedo chegando à área da represa às 6h. O embarque em canoas é imediato (botes motorizados) sendo 2 pessoas e 1 piloteiro por canoa. Navegaremos por 40 minutos até a outra margem da represa em busca dos mais variados pontos de pesca da região, atrás dos tucunarés, piranhas e traíras, mas é o tucunaré que promete uma boa “briga”.

Para o lanche, serviremos sanduíches, frutas, refrigerantes e água mineral durante a pescaria. Nossa partida de volta a Manaus, será às 15h com horário previsto de chegada, no Tropical Hotel, às 17h (dependendo do trânsito).

Musa – Museu da Amazônia (serviço privativo)

O passeio é privativo e pode ser realizado em horário a combinar. Localizado no perímetro urbano de Manaus, esse é um museu a céu aberto que mostra a complexidade e a rica biodiversidade da Amazônia, a maior floresta tropical do mundo. Lá você caminhará pelas trilhas no meio da floresta, ver exposições, o viveiro de orquídeas e bromélias, os aquários, o lago, além de laboratórios experimentais de serpentes, insetos e borboletas e poderá subir uma torre de 42 metros para uma belíssima vista da imensidão da floresta. Nesse passeio, o Musa convida os visitantes para uma incrível experiência sensorial com a floresta.

Não incluso: subida à torre de observação (opcional, pode ser adquirido diretamente no Musa).
Frequência: todos os dias. Exceto às quartas.

 

 

City tour científico

Esse tour é para quem quer conhecer e entender as peculiaridades da fauna e da flora dessa rica floresta. Nesse passeio, oferecemos uma breve, porém, bastante ilustrativa exposição com uma visita ao Bosque da Ciência ou Inpa – Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia. O bosque é um pequeno parque com trilhas entre as árvores nativas da região. Acompanhados de um guia experiente, caminharemos por uma trilha na mata com explicações sobre árvores, pássaros, animais e insetos, conhecendo um pouco dos estudos e das observações científicas realizadas nesse Centro de Pesquisa, que oferece aos turistas e aos “Manauras” uma ótima opção de lazer estimulando e despertando, nos visitantes, o interesse pelo meio ambiente.

Visitaremos também o Laboratório de mamíferos aquáticos que inclui o projeto de preservação do peixe-boi da Amazônia, único dessa espécie a viver em água doce. O Laboratório recebe os animais trazidos pela população e desenvolvem pesquisas sobre sua reprodução, alimentação e outros aspectos desse simpático e dócil exemplar em extinção. O passeio é privativo e pode-se combinar o horário mais conveniente.

Duração: 2h30
Frequência: todos os dias. Exceto aos domingos e segundas-feiras

 

 

Informações importantes

• Alguns passeios acima são regulares (verificar a base mínima) e poderão ser realizados também com serviço privativo, com horário de saída a combinar, adequando o tempo de visita nos pontos turísticos de acordo com o interesse do passageiro.
• Nos passeios regulares, apanhamos os passageiros em qualquer hotel urbano de Manaus nos horários combinados na confirmação da reserva.

Observações

• O local de encontro, para embarque e desembarque de todos os passeios regulares, é a loja Fontur no lobby do Tropical Hotel (ao lado da recepção).
• Horários de pick-up (exceto Tropical Hotel e Tropical Executive):
• os passeios, com início pela manhã, têm pick-up nos hotéis a partir das 7h30
• para o tour encontro das águas, pick-up nos hotéis a partir das 10h
• Todas as embarcações seguem rigorosamente as exigências da capitania dos portos
• Para passeios fluviais, enviar, com antecedência de 2 dias, lista de passageiros (nome e sobrenome), data de nascimento no formato dd/mm/aaaa e nacionalidade, uma exigência da capitania dos portos
• Consulte-nos sobre outras opções de passeios e hospedagem em hotéis de selva e na cidade
• Consulte nosso serviço para transfer de chegada e saída

Política para crianças

• até 5 anos = free
• de 6 até 10 anos = 50% da tarifa
• acima de 10 anos = 100% da tarifa

Política para cancelamentos e no-show

• Para reservas canceladas com 72h de antecedência, não haverá cobrança.
• O cancelamento dos serviços, contratados até 24h antes da realização deles, implicará na cobrança de 30% do valor dos serviços.
• O cancelamento dos serviços, na data reservada e antes do horário programado de saída do tour, implicará na cobrança de 50% do valor dos serviços.
• Em caso de no-show, será cobrado 100% do valor dos serviços.

Regras básicas de Ecoturismo

• Nunca deixe vestígios de sua passagem
• Não jogue lixo nos rios e nas trilhas por onde passar
• Não interfira na fauna e na flora locais
• Só colha frutos e produtos silvestres quando autorizado
• Evite qualquer ato que possa provocar incêndio
• Observe e respeite os costumes das comunidades locais
• Mantenha limpos as fontes e os cursos de água
• Não perturbe os animais
• Não colecione flores e não quebre os galhos das árvores
• Não toque ou destrua ninhos ou abrigos de animais
• Numa área natural, nada se tira além de fotografias
• Nada se deixa além de pegadas
• Nada se mata além do tempo
• Nada se leva além de recordações

O tempo na Amazônia, quando for na época da cheia (de janeiro a junho), o nível da água sobe, alagando a floresta. As trilhas ficam alagadas e são percorridas em canoas, proporcionando uma experiência íntima com a natureza ao redor. Com a elevação da água, estaremos mais perto da copa das árvores e é possível avistar animais da fauna que dividem o espaço com bromélias e pequenos répteis.

Na estação seca (de julho a dezembro), as trilhas podem ser percorridas a pé em pequenos grupos, sempre acompanhados pelos guias locais, e é possível avistar a rica flora da Amazônia e ver a “Sumaúma”, a maior árvore da região.

As chuvas começam em dezembro, quando as águas começam a subir e a temperatura fica mais amena. Vale a pena testemunhar a famosa chuva amazônica, que não deixa de ser uma experiência memorável. Em meados de março, as águas já subiram e a floresta torna a ficar alagada. Momento em que os ribeirinhos começam a colheita da mandioca e a preparação da farinha. Para quem gosta de tranquilidade, essa é a baixa temporada para o turismo na Amazônia.

Fonte: Fontur