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Champanhes, os mistérios de envelhecimento no fundo do mar

champagne

Finlândia, 18 de junho de 2014, nas gélidas águas do Mar Báltico, a poucos metros do litoral, um pequeno barco com alguns pesquisadores observam um mergulhador que está em cima 
de uma grande armação de ferro, onde estão inúmeras garrafas. Presa por um guindaste, a armação está pronta para ser submersa. Curiosos à beira-mar param para ver a cena inusitada. Eles estão diante de um projeto inovador e curioso da conceituada marca de champanhes Maison
 Veuve Clicquot.

Batizado de “Cellar in the Sea” (Adega do Mar), o objetivo é analisar de maneira controlada como funciona o processo de envelhecimento de champanhes no fundo do mar. O experimento envolveu a submersão de uma seleção de garrafas de Veuve Clicquot, desde os tradicionais Brut Yellow Label e Demi-Sec ao sofisticado Rosé Vintage 2004, dentro de uma adega projetada especialmente para isso.

O local do experimento fica bem próximo ao Arquipélago de Åland, na Finlândia, onde, em 2010, 47 garrafas de Veuve Clicquot, datadas de 1840, foram descobertas num navio naufragado. A intenção é recriar o mesmo ambiente de envelhecimento que garantiu 
às garrafas encontradas serem consideradas excelentes para degustação. A Veuve Clicquot fará retiradas periódicas dessas garrafas no fundo do mar para comparar
 a uma seleção semelhante de champanhes mantidos nas adegas da Maison Clicquot, em Reims, na França. Na tentativa de desvendar os segredos do envelhecimento no fundo do mar, essas análises serão coordenadas pelo chef de cave da Maison, Dominique Demarville.